Somos carregados pro nosso Infinito próprio,
através dos sonhos,
a mente pode isso lhe revelar aos poucos
No espelho da Alma sempre vai refletir a loucura
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
O que fazer daqui em diante? Como agir? Sem fingir, mentir ou fugir, e a todo instante reagir as consequências da própria existência: Muitas diferenças, crenças, atos. O que mais dói na consciência é exercer a ciência de ter que conviver entre os ratos. Cai a noite e raia o dia e no recesso da alegria, com certeza a tristeza em excesso. É a parte do processo em que ingresso sem regresso o progresso, eu confesso que começo a não entender mais nada. Dias em branco, o frio lá fora é onde outrora, e pra ser franco, a caneta só pega no tranco, movido a solavanco. E, pro meu próprio espanto, jogada pelos cantos das respostas que procuro, se não acho arranco da fumaça, ou dos pássaros na praça, nem é a questão... Deus deve tá provando minha raça. O que se passa é difícil explicar, se o pulsar do coração se tornou linear. Tive vontade de pular, mas tava manco. De me juntar aos que estão lá, mas não é pra tanto. Eu tive dias em branco, noites em prantos, mesmo assim as cores fluem livremente na corrente. Olhares de espanto em todos os cantos, e o silêncio lentamente contamina, respiração a cada ação... não. Dizem que por aqui não se passa em vão, todos na mesma condição, sem reação ao tempo. Quando a palavra não tem rima, é no talento, e só por isso eu continuo no alento. Preso à liberdade, assim como o vento. Não me perco na loucura da cidade, pois aqui dentro tudo é diferente quando se fala realmente do que sente. O espaço em que ocupa um ausente, iminente impotência, situação acima da ciência, vida com toda violência e revolta. Com tudo o que acontece à sua volta, sozinho você veio, sozinho vai voltar, e sem escolta. Compassos, contatos, não há como mudar, não sou desse lugar, então me solta! Eu sigo solto com um green, a vida só vale assim, se tiver bêbado na pista o desenrole é em mandarim. Eu vim pra coar fácil, o encontro com o fim começa quando você nasce. Ah, se tudo continuasse como antes... as amizades conservadas sem os conservantes. Do antes, só restou o "ante". Ignorante, ao agora "para o alto e avante!". Os diamantes passam, mas elas não. Só mudam desse plano pra uma constelação, fecho meus olhos, renovo a percepção. Sou só um grito na multidão???Chego a acreditar que não somos sãos...
Dias Em Branco – Subsolo
Dias Em Branco – Subsolo
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
QUERIA LARGA TUDO..
(&):
qual sendo?
' :
EMBORA
PRA BEM LONGE
(&):
relaxa
' :
NAO
NEM TO STRESSADA, NEM NADA
SO QUERIA IR..
(&):
ctz
sem compromisso
' :
TAVA INDO ..
PEGA UM CHALÉ
BEM NO MEIO DO MATO
E FICA
ATE ISSO PASSA
(&):
mafando o dia todo
huauha
uhhuahua
isso o q?
' :
UMA AGONIA..
PARECE QUE TEM ALGO A SER FEITO
MAIS NAO SEI O QUE É
E NEM EM QUE SENTIDO É
E MINHAS MAOS AMARADAS..
POR EU NAO SABER O QUE É
E ESSE SENTIMENTO ME CORROENDO..
E PIOR, QUE NAO POSSO PEDI AJUDA
POR QUE NEM SEI DO QUE SE TRATA.
MAIS TEM ALGUMA COISA ERRAD
(&):
sempre é assim
tenho isso quase todo tempo
pense ein coisas boas
de fé
=)
' :
EU PENSO..
MAIS SENTADA AQ,
NA FRENTE DESSA MAQUINA,
SOU UMA UNITIL
(&):
uhahuahua
todos somos
qual sendo?
' :
EMBORA
PRA BEM LONGE
(&):
relaxa
' :
NAO
NEM TO STRESSADA, NEM NADA
SO QUERIA IR..
(&):
ctz
sem compromisso
' :
TAVA INDO ..
PEGA UM CHALÉ
BEM NO MEIO DO MATO
E FICA
ATE ISSO PASSA
(&):
mafando o dia todo
huauha
uhhuahua
isso o q?
' :
UMA AGONIA..
PARECE QUE TEM ALGO A SER FEITO
MAIS NAO SEI O QUE É
E NEM EM QUE SENTIDO É
E MINHAS MAOS AMARADAS..
POR EU NAO SABER O QUE É
E ESSE SENTIMENTO ME CORROENDO..
E PIOR, QUE NAO POSSO PEDI AJUDA
POR QUE NEM SEI DO QUE SE TRATA.
MAIS TEM ALGUMA COISA ERRAD
(&):
sempre é assim
tenho isso quase todo tempo
pense ein coisas boas
de fé
=)
' :
EU PENSO..
MAIS SENTADA AQ,
NA FRENTE DESSA MAQUINA,
SOU UMA UNITIL
(&):
uhahuahua
todos somos
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
R O C
Se acha que eu sou selvagem
Você viajou bastante
Talvez tenha razão
Mas não consigo ver
Mais selvagem quem vai ser
Precisa escutar com o coração
Coração
Se pensa que esta terra lhe pertence
Você tem muito ainda o que aprender
Pois cada planta, pedra ou criatura
Está viva e tem alma
É um ser
Se vê que só gente é seu semelhante
E que os outros não têm o seu valor
Mas se seguir pegadas de um estranho
Mil surpresas vai achar ao seu redor
Já ouviu um lobo uivando para a lua azul?
Será que já viu um lince sorrir?
É capaz de ouvir as vozes da montanha
E com as cores do vento colorir?
E com as cores do vento colorir
Correndo pelas trilhas da floresta
Provando das frutinhas o sabor
Rolando em meio a tanta riqueza
Nunca vai calcular o seu valor
A lua, o sol e o rio são meus parentes
A garça e lontra são iguais a mim
Nós somos tão ligados uns aos outros
Neste arco, neste círculo sem fim
A árvore aonde irá?
Se você a cortar, nunca saberá
Não vai mais o lobo uivar para a lua azul
Já não importa mais a nossa cor
Vamos cantar com as belas vozes da montanha
E com as cores do vento colorir
Você só vai conseguir desta terra usufruir
Se com as cores do vento colorir
Você viajou bastante
Talvez tenha razão
Mas não consigo ver
Mais selvagem quem vai ser
Precisa escutar com o coração
Coração
Se pensa que esta terra lhe pertence
Você tem muito ainda o que aprender
Pois cada planta, pedra ou criatura
Está viva e tem alma
É um ser
Se vê que só gente é seu semelhante
E que os outros não têm o seu valor
Mas se seguir pegadas de um estranho
Mil surpresas vai achar ao seu redor
Já ouviu um lobo uivando para a lua azul?
Será que já viu um lince sorrir?
É capaz de ouvir as vozes da montanha
E com as cores do vento colorir?
E com as cores do vento colorir
Correndo pelas trilhas da floresta
Provando das frutinhas o sabor
Rolando em meio a tanta riqueza
Nunca vai calcular o seu valor
A lua, o sol e o rio são meus parentes
A garça e lontra são iguais a mim
Nós somos tão ligados uns aos outros
Neste arco, neste círculo sem fim
A árvore aonde irá?
Se você a cortar, nunca saberá
Não vai mais o lobo uivar para a lua azul
Já não importa mais a nossa cor
Vamos cantar com as belas vozes da montanha
E com as cores do vento colorir
Você só vai conseguir desta terra usufruir
Se com as cores do vento colorir
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